O segundo game de Max Payne começa de uma forma bem peculiar, cheio de dúvidas e de surpresas. Não demora muito para que haja as primeiras mortes e você não precisa nem esperar para que Max Payne acabe se metendo em alguma investigação pesada. Logo no primeiro capítulo você presencia o assassinato de uma mulher (momento em que ele diz a frase supracitada), o qual você talvez até pudesse evitar, mas acabou não tendo tempo para isso.
O jogador logo nota que Max Payne continua o mesmo, com suas frases de policial imbatível, jeito único, pulos mirabolantes e estilo na matança. Em pouco tempo aparece uma personagem muito familiar a Max Payne, Mona Sax, a qual parece estar metida em confusões. Fica evidente que Max não consegue deixar de ajudar a bela moça e logo ele estará em um tremendo problema.
Gráficos bonitos sem exigir muito
Quem se preocupa sempre com as exigências absurdas dos jogos mais legais, pode se tranquilizar, porque Max Payne 2: The Fall of Max Payne não exige nem processador dual core. O jogo foi feito para rodar com configurações máximas em um Pentium 4 (acima de 2, 4GHz) com 1 GB de memória RAM e com uma placa de vídeo com 128MB de memória RAM. Evidentemente para quem não possui uma máquina tão potente, pode executar o game em resoluções menores e com recursos desativados em um computador bem mais modesto.
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OBS: É SÓ ABRIR O ARQUIVO COM O NERO OU POWER ISO APÓS BAIXA E GRAVAR EM UM DVD.



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